quarta-feira, 29 de maio de 2013

Moreira Rato não teve resposta? Porque a resposta era comprometedora.






Rato escondido ... com o rabo de fora. Mais uma vez as intenções do governo são expostas, mas nada temem, o povo é manso.
Servir o interesse nacional não é a sua função. Visam, já à descarada, servir a banca e os esquemas que enriquecem as elites (políticos, amigos, grandes grupos económicos e banca)

Porque é que os portugueses não podem comprar títulos de dívida ao Estado português?
Será para não prejudicar o negócio EXCLUSIVO da banca privada ?
José Gomes Ferreira, pergunta a João de Almada Moreira Rato, Presidente do IGCP (Agência de Gestão da Tesouraria e da Dívida Pública - IGCP, E.P.E.), porque motivo não é possível ao cidadão comum comprar directamente ao estado dívida pública, sem intermediários.
João Rato não responde, mas todos ficamos a saber porquê, os bancos, que de facto controlam o estado em Portugal, não querem perder essa fonte de rendimento e muito menos perder os depósitos dos portugueses. Os bancos não querem e por isso não se faz. http://tretas.org/

Segundo Paulo Morais..."O Governo poderia colocar dívida no mercado interno, através de títulos do Tesouro, desde que estes fossem remunerados de forma atractiva.
Mas não... opta por recorrer a empréstimos junto dos bancos, pagando-lhes juros de 6%, quando aqueles se financiam junto do Banco Central Europeu a 1%. A consequência imediata é a de que, por causa dos juros, o défice se agrava exponencialmente. E, além disso, escasseia o financiamento para as empresas. Seca-se assim o investimento privado, provocando uma recessão na economia.Os donos do regime, bancos e construtoras, exultam. Para garantir ao sector financeiro o negócio chorudo e sem risco que é o de financiar o Estado, aumenta-se o IVA e reduzem-se os salários a centenas de milhares de portugueses." fonte

"Banca rica, País pobre
Nunca como agora a banca portuguesa recorreu em tão larga escala ao Banco Central Europeu: os maiores bancos (portugueses) financiaram-se, em Março, (2012) com 56,3 mil milhões de euros a uma taxa de 1%. Isto até seria uma boa notícia. Mas este dinheiro não é aplicado no financiamento das empresas e das famílias – e em nada contribuiu para a criação de um posto de trabalho. A banca portuguesa prefere comprar dívida pública(igual a emprestar ao estado a 5% e 6%). É muito mais seguro. Os bilhetes do tesouro garantem uma remuneração à volta de 5%. Portugal, já sabíamos, é um País com algumas particularidades. Mais esta: os bancos enriquecem, enquanto a economia do País definha e o desemprego sobe". cmjornal

ARTIGO COMPLETO: http://apodrecetuga.blogspot.com/2013/05/porque-sera-que-moreira-rato-nao-teve.html#ixzz2UhwyP2bT