quinta-feira, 15 de março de 2012

Otelo defende actuação das Forças Armadas.

   
Otelo Saraiva de Carvalho

                                                                                                                                                                             Por mim, penso que mais tarde ou mais cedo e a continuar esta política, nesta pseudó -democracia, algum D. Sebastião aparecerá para altera isto
Mas também  penso, que a haver uma intervenção militar, não será para beneficiar o povo, que é quem mais sente esta política desastrosa ,que é resultado da  desgovernação dos políticos, que tem passado pelo poder.
Mas aquilo que o Major Otelo Saraiva de Carvalho ultimamente tem trazido à praça publica sobre essa possibilidade...no tempo actual e mais próximo é surrealista. Quando a França entrar em colapso por via de uma Segurança Social impossível de manter e outras causas, em seguida seguirá a Espanha ... mas é preciso  a Imperatriz Merkel, não estar interessada no sul da Europa, e aí pode haver condições para um qualquer Gomes da Costa ter a porta aberta para uma intervenção militar.Mas isso ainda vai demorar muito tempo. Nessa altura já nós devemos estar fora da moeda única e da União Europeia .....e, será possível aquilo que Otelo parece defender. Mas se a Alemanha manter o  sonho do qual resultaram duas guerras mundiais ,e quando no tempo actual pode concretizar-lo sem disparar um tiro, então ainda menos hipóteses haverá de um exercito de pouca capacitada militar e com muitos oficiais superiores, mais receptivos a apoiar quem tem poder , a fazer um segundo 25 de Abril.


Aqui vai um pequeno extracto da ultima posição de Otelo, publicado aqui.



Ao proferir uma palestra no Instituto de Contabilidade e Administração de Coimbra (ISCAC) sobre "As Forças Armadas na Defesa da República e da Democracia Portuguesa", Otelo disse que àqueles que reclamam um novo 25 de Abril responde "sem dúvida que era necessário".
"Esta perda de soberania é tão marcante que, foi por isso que eu disse, estão a ser atingidos limites. Quando esses limites forem ultrapassados... E aqui, nesta ligação constitucional das Forças Armadas ao povo, com as Forças Armadas ao lado do povo, em defesa do povo português, aí de facto as Forças Armadas terão que atuar", sustentou.
Para Otelo Saraiva de Carvalho essa atuação das Forças Armadas passaria por "uma operação militar que derrube o Governo que está" em funções.